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Em Pamongas, Mel era a única pessoa cercada por borboletas. Sentia-se diferente e, quanto mais o tempo passava, apareciam nós por seu corpo: na perna, nos dedos, na garganta. Até o dia em que tromba com Kiko e descobre que há um mundo com pessoas diferentes além de Pamongas. Aos poucos, ela sente seus nós se desfazendo, ao passo que toma coragem para começar uma amizade e encontrar um novo lugar para morar.

Mel e seus nós vivem uma linda história sobre angústia, aceitação, coragem e pertencimento. E, claro, preconceito – porque ele está por aí e é importante pensar sobre isso também.

 

Posted by:paulastrano

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