quais as consequências e o que fazer para melhorar a saúde física e mental dos pequenos

A Pandemia, entre tantas questões, trouxe um problema para as famílias, que não pode ser deixado de lado: o excesso de telas na vida das crianças.

Sem a possibilidade de sair de casa, muitos pais acabaram flexibilizando o tempo de tela para as crianças, pois passamos (e estamos passando ainda) por uma situação emergencial.

excesso de telas

Consequências do excesso

No entanto, é preciso parar para refletir, pois já se foram mais de oito meses de pandemia e as crianças podem sofrer consequências sérias no desenvolvimento da linguagem, na qualidade do sono, na alimentação, na postura corporal e na visão, por causa do excesso de uso de telas.

A falta de socialização saudável, obesidade e sedentarismo são outros exemplos de consequência que não podem ser deixados de lado.

Recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria

A sociedade brasileira de pediatria  possui uma recomendação de tempo de uso de tela por faixa etária:

  • até dois anos, evitar a exposição às telas;
  • de 2 a 5 anos, podem no máximo uma hora por dia (dando preferência aos conteúdos educativos);
  • de 6 a 10 anos, até 2 horas por dia;
  • de 11 a 18 anos, até 3 horas por dia.

O papel dos pais

Além disso, cabe aos pais acompanharem o que as crianças estão vendo, ajudando a filtrar o conteúdo e restringindo a violência.

E como ajudar as crianças a se entreterem dentro de casa?

Dar a chance das brincadeiras acontecerem é o melhor caminho! A brincadeira livre precisa de tempo para acontecer e de um espaço favorável, que não precisa ser grande, mas organizado de maneira que a criança consiga ter autonomia para mexer nos brinquedos e organizá-los como quiser (e arrumar tudo depois, claro!).

Além disso, é possível ajudar as crianças a se desenvolverem brincando!

As crianças em fase de alfabetização, por exemplo, podem construir uma brincadeira de supermercado que ajuda na alfabetização! Quer saber como?

A plataforma Ler o Mundo possui um curso para pais que é uma experiência em família com vários exemplos de atividades que irão ajudar a tirar as crianças das telas!

Descubra a experiência que ensina o seu filho a ler!

Por que 
fazer parte?

EDUCAR NÃO PRECISA SER CHATO!
Estudar pode ser chato. Ler também. Ensinar as crianças é um desafio! E a participação dos pais na educação tem sido cada vez mais importante… Necessária!

Foi para isso que surgiu a Experiência LER O MUNDO:

Para unir pais e filhos em momentos de aprendizado, mas sem esforço! E sim, com muita alegria, facilidade e interatividade, com aulas curtas que guiam no caminho do aprendizado.

APRENDER COM O MUNDO REAL É MAIS LEGAL
Usando técnicas de pedagogia, a Experiência LER O MUNDO leva você e seu filho em uma jornada de leitura de tudo que já está ao redor da criança: a cidade, o supermercado, as receitas da cozinha e muito mais!

APENAS ALGUNS MINUTOS POR DIA
Um convite para sair da telinha do computador e aprender brincando e olhando para o mundo, com aulas rápidas e prazerosas!
Assim fica muito mais gostoso aprender!

“Leitura vai muito além do texto escrito quando estamos ensinando uma criança. Com o caminho certo, os pais participam de uma educação interativa e agradável com seus filhos, que aprendem até mais rápido que o normal”. (Bruna Cardoso, professora Ler o Mundo).

E aí: vamos ler o mundo?

Continue refletindo conosco!

Publicado por:Bruna Cardoso e Paula Strano

Somos Bruna Cardoso e Paula Strano, as idealizadoras do Ler o Mundo. Como educadoras especialistas em alfabetização, já acompanhamos o processo de aprendizagem da leitura e da escrita de muitas crianças e sabemos o quanto a família e a escola são importantes nessa fase. Por isso, pensamos que uma boa maneira de ajudar mães, pais e educadores seria criar uma plataforma que traz tudo o que eles precisam saber: como funciona esse processo na vida das crianças, com dicas de atividades e um pouco da teoria que nos fundamenta. Nossa experiência como professoras está presente em cada palavra, assim como nossas trajetórias de vida, pois Bruna é também psicopedagoga e mãe de Helena (10 anos), Cecília e Matteo (7 anos), e Paula é especialista em produção de texto e escritora de literatura infantil.

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