No modelo híbrido de ensino, mesmo na Educação Infantil, as atividades e encontros remotos ainda continuarão acontecendo. Isso, aliado ao uso no dia a dia, pode gerar um excesso de telas ainda grande para as crianças de educação infantil, que vai além do tempo recomendado por especialistas, inclusive. 

Para a pedagoga Paula Strano, cofundadora da Plataforma Ler o Mundo “É preciso parar para refletir, pois já se foi mais de um ano de pandemia e as crianças, ainda mais as de educação infantil, podem sofrer consequências sérias no desenvolvimento da linguagem, na qualidade do sono, na alimentação, na postura corporal e na visão, por causa do excesso de uso de telas. A falta de socialização saudável, obesidade e sedentarismo são outros exemplos de consequências que não podem ser deixadas de lado.”.

Estamos diante de uma situação emergencial, mas muito prolongada. A ideia não é criar pânico. Mas os danos do excesso de uso de telas podem ser muitos.

O que fazer? Como lidar com esse excesso de telas?

excesso de telas

1-    Usar as telas a nosso favor

Precisamos pensar não só no tempo de uso das telas, mas no tipo de uso, isso faz diferença. 

A Sociedade Brasileira de Pediatria traz uma nova classificação interessante, sempre levando em consideração a idade, com os adultos gerenciando o uso, fazendo a curadoria de conteúdo e proporcionando reflexões sobre a educação digital: 

·      Tempo para relacionamento afetivo (falar com familiares e amigos)

·      Tempo funcional (aulas, pesquisas)

·      Tempo de lazer (jogos adequados, bons filmes)

·      Tempo para segurança (refletir sempre sobre o uso das mídias, plataformas e a segurança online)

2-    Criar antídotos para o excesso de uso

A sugestão é proporcionar para as crianças momentos que sirvam como antídotos ao excesso de exposição às telas gerado pela Pandemia na vida dos pequenos.

Tempo de qualidade em família, passeios periódicos ao ar livre, com consciência e seguindo os protocolos, são um exemplo. 

Podemos também transformar os espaços dentro de casa para que as crianças possam brincar com mais liberdade. E precisamos criar mais tempo na nossa rotina para brincar junto com as crianças também. Sabemos que é difícil para muitas famílias, mas a recompensa é enorme para todos: crianças e adultos. 

As crianças podem se desenvolver muito com as interações familiares. A Plataforma Ler o Mundo, por exemplo, possui um curso sobre como as famílias podem começar a participar da alfabetização das crianças no dia a dia, sem estresse, nos momentos de folga.

Crianças e adultos precisam encontrar maneiras de melhorar o bem-estar físico e emocional nesse momento tão difícil.

Descubra a experiência que ensina o seu filho a ler!

Por que 
fazer parte?

EDUCAR NÃO PRECISA SER CHATO!
Estudar pode ser chato. Ler também. Ensinar as crianças é um desafio! E a participação dos pais na educação tem sido cada vez mais importante… Necessária!

Foi para isso que surgiu a Experiência LER O MUNDO:

Para unir pais e filhos em momentos de aprendizado, mas sem esforço! E sim, com muita alegria, facilidade e interatividade, com aulas curtas que guiam no caminho do aprendizado.

APRENDER COM O MUNDO REAL É MAIS LEGAL
Usando técnicas de pedagogia, a Experiência LER O MUNDO leva você e seu filho em uma jornada de leitura de tudo que já está ao redor da criança: a cidade, o supermercado, as receitas da cozinha e muito mais!

APENAS ALGUNS MINUTOS POR DIA
Um convite para sair da telinha do computador e aprender brincando e olhando para o mundo, com aulas rápidas e prazerosas!
Assim fica muito mais gostoso aprender!

“Leitura vai muito além do texto escrito quando estamos ensinando uma criança. Com o caminho certo, os pais participam de uma educação interativa e agradável com seus filhos, que aprendem até mais rápido que o normal”. (Bruna Cardoso, professora Ler o Mundo).

E aí: vamos ler o mundo?

Publicado por:Bruna Cardoso e Paula Strano

Somos Bruna Cardoso e Paula Strano, as idealizadoras do Ler o Mundo. Como educadoras especialistas em alfabetização, já acompanhamos o processo de aprendizagem da leitura e da escrita de muitas crianças e sabemos o quanto a família e a escola são importantes nessa fase. Por isso, pensamos que uma boa maneira de ajudar mães, pais e educadores seria criar uma plataforma que traz tudo o que eles precisam saber: como funciona esse processo na vida das crianças, com dicas de atividades e um pouco da teoria que nos fundamenta. Nossa experiência como professoras está presente em cada palavra, assim como nossas trajetórias de vida, pois Bruna é também psicopedagoga e mãe de Helena (10 anos), Cecília e Matteo (7 anos), e Paula é especialista em produção de texto e escritora de literatura infantil.

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